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Como saúde, bem-estar e autocuidado se tornaram símbolos de status e luxo
Imagem de Soandli por Pixabay Muito se fala sobre moda, cultura e autocuidado. Ao longo dos anos, esses conceitos vêm se transformando profundamente na sociedade. Atualmente, o símbolo de poder e beleza não está mais restrito a uma bolsa Hermès, Chanel ou Dior, nem apenas ao uso de roupas de grandes grifes. Ele se desloca para outro lugar: uma pele impecável, tratamentos preventivos, alimentação equilibrada e a prática constante de atividades físicas. Se cuidar com consciência também é tendência Esse novo ideal de beleza está diretamente ligado ao tempo e ao dinheiro. Nem todos têm acesso a rotinas estruturadas de autocuidado, acompanhamento médico especializado ou uma alimentação de alta qualidade.…
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Schiaparelli abre um portal para um novo mundo encantado
Daniel Roseberry abre a semana de alta-costura com The Abyss, coleção de inverno 2026 da Schiaparelli que transforma materiais inesperados em luxo e mergulha no espírito criativo da fundadora da maison, a Elsa Schiaparelli.
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O que o guarda-roupa de Desperate Housewives revela sobre suas personagens?
Lançada em 2004, Desperate Housewives tornou-se uma das séries mais marcantes da televisão ao combinar drama, mistério e humor para retratar a vida aparentemente perfeita dos moradores de Wisteria Lane. Ao longo de suas oito temporadas, a série apresenta diferentes construções visuais para suas protagonistas, utilizando o figurino como uma importante ferramenta narrativa para comunicar personalidade, conflitos e transformações. Fonte: Pinterest / Anampa Oficial Cada personagem possui uma identidade estética muito bem definida, fazendo com que o guarda-roupa funcione como uma extensão de sua personalidade e de seu papel dentro da história. Bree Van de Kamp O guarda-roupa de Bree Van de Kamp é extremamente clássico e traduz sua personalidade séria, disciplinada…
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Homens com H, os cangaceiros costuravam
Com a chegada do inverno temos também às tradições juninas no Brasil. A canjica, o quentão, o mungunzá, o forró, o baião, o xaxado e as roupas. A estética maximalista, colorida do sertanejo e os elementos de couro que referenciam ao cangaço. A moda não é fútil e uma série de razões prova isso. Se vestir, se enfeitar não é apenas para cobrir a nudez ou ficar mais bonita. Um estilo, uma única peça ou um conjunto delas carregam a identidade de quem veste, do seu tempo e de seu povo. Uma estética de contracultura não é aleatória e a estética do cangaço é um exemplo disso. Hoje vamos conhecer…











