Sociedade
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Moda, clima e poder: o que a COP30 pode mudar na indústria têxtil global
A realização da COP30 no Brasil coloca o país no centro das negociações climáticas globais. Mais do que um encontro ambiental, a conferência pode influenciar setores estratégicos da economia, incluindo a indústria da moda. Em um momento em que a sustentabilidade deixa de ser tendência e passa a ser exigência, a cadeia têxtil entra no radar das discussões sobre responsabilidade ambiental e poder econômico. COP30 como pressão global A COP30 não é apenas um evento ambiental, mas um espaço de negociação política e econômica entre países. As decisões articuladas sob coordenação da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima) podem impactar diretamente setores industriais com alta emissão…
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O Agente Secreto antecipa caminhos para a moda contemporânea
Entre vigilância, identidade e sobrevivência, o cinema brasileiro antecipa uma nova lógica estética e comportamental com O Agente Secreto
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Figurinos históricos no audiovisual: fidelidade vs apelo estético
Figurinos históricos no audiovisual sempre dão o que falar – e críticas dos fãs de história da moda a eles não costumam faltar. Mas há exceções em que esses anacronismos são bem-vindos? Bom… a resposta para essa reflexão não é simples. Mas, para pensarmos à respeito, é preciso, primeiramente, definir algumas distinções: O primeiro caso é onde se encontram os verdadeiros “erros”, pois decorrem de um despreparo e do desconhecimento da equipe de styling de determinada produção. Contudo, quanto ao segundo caso, em entrevista, Carlos Eduardo Pinto (doutor em História pela UFF e pesquisador de história da moda e audiovisual) defendeu o espaço para a liberdade criativa: “A boa equipe…
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“Bonitas Demais Para Trabalhar?”: A Armadilha Do Conservadorismo”
O conservadorismo tomou uma forma diferente na última década. Até onde podemos considerar que essa onda de extrema feminilidade não tem um embasamento conservador? Estamos cercadas de meninas que consideram-se “bonitas demais para trabalhar”, mas até onde esse discurso é bom? Em qual momento devemos parar e pensar em nossos direitos e deveres sociais como mulheres e como frases como essa são tóxicas para um movimento inteiro. Deixando em segundo plano de papo de “feminismo” e focando em nossos direitos como mulheres, apesar de em 1932 termos sido permitidas ao voto por Getúlio Vargas em um jogo político e eleitoral, mas apenas em 1946 conseguimos o direito de votar sem…











