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Raízes e fios: o uso do crochê no álbum da Anitta
Há quem diga que quanto maior a árvore, maior precisam ser suas raízes. O tanto que se floresce para cima, se ornamenta na primavera, é o mesmo que se enraíza profundamente. Furando o chão e levantando calçadas, desde o início de sua carreira, Anitta floresce em EQUILIBRIVM. O oitavo álbum da artista foi lançado em abril de 2026 e dividido em duas partes, exalta as raízes da cantora e sua religião. As mais de trinta faixas, EQUILIBRIVM I e II o álbum mistura pop, mpb, bossa nova, hip hop e tecno indígena. E como uma boa diva pop, Anitta tem entregado nos looks e nos clipes. O que tem chamado…
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Quem borda um ponto, narra um conto: tatreez e a história palestina
Se uma árvore cai e não há ninguém por perto, ela realmente caiu? Esse questionamento é antigo e gera bastante reflexão. Afinal, a realidade como conhecemos depende dos nossos registros? Como garantir que algo aconteceu sem registro ou testemunhas? Nesse sentido, todas as formas de registrar os acontecimentos são interessantes e humanas. Seja uma foto, um diário, um documentário e até mesmo um bordado. Por isso, no universo têxtil e artesanal, diversos projetos buscam registrar a passagem de tempo. Um exemplo deles é a manta do tempo. Feita em técnicas de tecelagem como crochê e tricô, ela é um registro cronológico da temperatura em um ano inteiro. Outro exemplo é…
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Após crise nos gibis, Turma da Mônica se reinventa
Em um país de dimensões continentais, mais de 210 milhões de pessoas em 27 estados e uma rica diversidade cultural, algumas experiências atravessam todo o povo brasileiro. Talvez uma das principais delas seja gostar de Turma da Mônica. Dos gibis aos live actions, dos espetáculos nos palcos aos mangás, a Turminha marca a infância e a juventude no Brasil há 67 anos. Mas a história dos personagens e da marca, Maurício de Sousa Produções, começa muito antes disso! Em homenagem aos 90 anos de seu criador, vamos conversar sobre as mudanças dos gibis e os novos rumos da empresa. Como tudo começou Maurício cresceu em Mogi das Cruzes, na década…
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Supergirl é ruim ou homens são incapazes de lidar com frizz?
Mulheres contra o voto feminino, aumento no número de feminicídios, “piadas” com cunho sexual sobre a morte de mulheres jovens, projetos de acabar com o voto feminino nos EUA e uma série de retrocessos no direito das mulheres. Em um contexto misógino e patriarcal como o nosso, nem as mulheres da ficção saem ilesas de sofrer apenas por serem mulheres. A super-heroína odiada da vez é Kara Zor-El , a Supergirl. Pois se o sol amarelo blinda a moça de ferimentos, da misoginia ela não escapa tão facilmente. Seja na trama, seja na repercussão do filme, o ataque e o ódio às mulheres parecem ter uma cartilha. Uma vez que…











