-
Após crise nos gibis, Turma da Mônica se reinventa
Em um país de dimensões continentais, mais de 210 milhões de pessoas em 27 estados e uma rica diversidade cultural, algumas experiências atravessam todo o povo brasileiro. Talvez uma das principais delas seja gostar de Turma da Mônica. Dos gibis aos live actions, dos espetáculos nos palcos aos mangás, a Turminha marca a infância e a juventude no Brasil há 67 anos. Mas a história dos personagens e da marca, Maurício de Sousa Produções, começa muito antes disso! Em homenagem aos 90 anos de seu criador, vamos conversar sobre as mudanças dos gibis e os novos rumos da empresa. Como tudo começou Maurício cresceu em Mogi das Cruzes, na década…
-
Supergirl é ruim ou homens são incapazes de lidar com frizz?
Mulheres contra o voto feminino, aumento no número de feminicídios, “piadas” com cunho sexual sobre a morte de mulheres jovens, projetos de acabar com o voto feminino nos EUA e uma série de retrocessos no direito das mulheres. Em um contexto misógino e patriarcal como o nosso, nem as mulheres da ficção saem ilesas de sofrer apenas por serem mulheres. A super-heroína odiada da vez é Kara Zor-El , a Supergirl. Pois se o sol amarelo blinda a moça de ferimentos, da misoginia ela não escapa tão facilmente. Seja na trama, seja na repercussão do filme, o ataque e o ódio às mulheres parecem ter uma cartilha. Uma vez que…
-
Volume nas roupas, mas não no corpo: Jean Paul Gaultier em Paris
Dos perfumes desejados à ousadia de colocar modelos com nudez exposta na passarela, o estilista Jean Paul Gaultier sabe trazer os holofotes para si. E a construção da sua marca envolve mais do que seu nome, mas imagens e referências muito importantes para a moda. Seja com os sutiãs em forma de cone da Madonna, o perfume Scandall e Divine, a marca Jean Paul Gaultier mantém atual e relevante o legado de seu criador. Fazendo jus a marca, o desfile de Duran Lantik, no dia 8 de julho, marcou a Semana de alta-costura de Paris. O estilista de 39 anos nasceu na Holanda e traz a pauta da sustentabilidade e…
-
Homens com H, os cangaceiros costuravam
Com a chegada do inverno temos também às tradições juninas no Brasil. A canjica, o quentão, o mungunzá, o forró, o baião, o xaxado e as roupas. A estética maximalista, colorida do sertanejo e os elementos de couro que referenciam ao cangaço. A moda não é fútil e uma série de razões prova isso. Se vestir, se enfeitar não é apenas para cobrir a nudez ou ficar mais bonita. Um estilo, uma única peça ou um conjunto delas carregam a identidade de quem veste, do seu tempo e de seu povo. Uma estética de contracultura não é aleatória e a estética do cangaço é um exemplo disso. Hoje vamos conhecer…










