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De Caracas a São Paulo: por que a cultura venezuelana encontra espaço na moda brasileira
O tuki é uma subcultura urbana surgida em Caracas, na Venezuela, no início dos anos 2010, associada principalmente a jovens das periferias que criaram uma estética própria a partir da música eletrônica popular, da dança e de uma forte identidade visual marcada por cores vibrantes, roupas chamativas e referências do cotidiano urbano. Segundo reportagens do BBC Mundo e análises de pesquisadores da cultura juvenil venezuelana publicadas em veículos como El Nacional e estudos sobre culturas periféricas latino-americanas, o movimento tuki se consolidou como uma forma de expressão estética e social de juventudes marginalizadas, frequentemente estigmatizadas pela mídia tradicional, mas fundamentais na construção de novas linguagens culturais nas cidades. Foi justamente…
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Nostalgia: por que a GenZ vive do passado?
Nunca foi tão fácil estar em todo lugar, ao mesmo tempo.Em segundos, a Geração Z ouve bandas que marcaram a época dos pais, dos avós e até dos bisavós. Veneram jogadores de futebol, corredores de Fórmula 1 que não fizeram parte da sua infância. Leem clássicos da literatura como Dostoiévski e Clarice Lispector, vestem as famosas calças skinny de cintura baixa e frequentam lugares com estéticas vintage. Reprodução/Instagram @/gwencoyne Em um tempo de cliques incessantes, trends a todo momento, artistas novos e tecnologia em um nível jamais visto antes, por que a nossa geração escolhe olhar para trás? A pergunta aqui não é por que o passado voltou à moda,…
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Moda e ancestralidade: o vestir como forma de preservação cultural
Em um cenário marcado por tendências que surgem e desaparecem rapidamente, a moda cumpre um papel fundamental na preservação e valorização de culturas e ancestralidade do povo brasileiro e mundial. Mais do que reproduzir elementos visuais, incorporar a ancestralidade na moda significa transformar memórias, territórios e saberes em linguagem estética. Nesse processo, cada criação carrega histórias, identidades e formas de pertencimento. Para a estilista e pesquisadora Lua Tupinikin, criadora da Originária Ateliê, esse processo nasce diretamente da vivência em território e das referências culturais que atravessam sua existência como mulher indígena: “Acredito que a minha identidade cultural é a base para o meu trabalho. Tudo tem base cultural e social…








