Cultura
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Da moda ao futebol: o papel das camisas das seleções na construção da identidade nacional
Nos últimos anos, as camisas das seleções deixaram de ser vistas apenas como uniformes esportivos para se consolidarem como símbolos de identidade nacional, memória e pertencimento. Cada vez mais, federações e marcas incorporam elementos da história, da cultura, da arte e das tradições locais ao design das peças, transformando-as em narrativas visuais que representam seus países dentro e fora dos gramados. O fenômeno desperta o interesse não apenas de torcedores, mas também de consumidores de moda e especialistas em design, evidenciando como o futebol pode funcionar como uma ferramenta de construção e reafirmação da identidade nacional por meio da linguagem visual. As camisas das seleções deixaram de ser apenas uniformes …
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REDES DESCARTADAS GANHAM VIDA NA MODA
O Projeto Marulho Eco, localizado na Ilha Grande, está transformando redes de pesca em acessórios de moda.
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Moda e ancestralidade: o vestir como forma de preservação cultural
Em um cenário marcado por tendências que surgem e desaparecem rapidamente, a moda cumpre um papel fundamental na preservação e valorização de culturas e ancestralidade do povo brasileiro e mundial. Mais do que reproduzir elementos visuais, incorporar a ancestralidade na moda significa transformar memórias, territórios e saberes em linguagem estética. Nesse processo, cada criação carrega histórias, identidades e formas de pertencimento. Para a estilista e pesquisadora Lua Tupinikin, criadora da Originária Ateliê, esse processo nasce diretamente da vivência em território e das referências culturais que atravessam sua existência como mulher indígena: “Acredito que a minha identidade cultural é a base para o meu trabalho. Tudo tem base cultural e social…
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Chiharu Shiota entrelaça memória e espaço na 16ª Bienal de Curitiba
Quem entra no imponente Olho do Museu Oscar Niemeyer (MON) nos últimos dias é imediatamente capturado por uma névoa de linhas que desafia a gravidade e a própria percepção do espaço. Centenas de quilômetros de fios pendem do teto, criando uma arquitetura de fios que transforma completamente a experiência espacial do público. Trata-se de “Poéticas da Memória e da Matéria”, a exposição inédita da renomada artista japonesa Chiharu Shiota, um dos principais destaques que abriu as portas ao público na 16ª Bienal Internacional de Curitiba. A instalação principal, intitulada “The Space Between Us”, impressiona não apenas pela força poética, mas pelos números: utiliza cerca de 300 quilômetros de fios negros…










