Comportamento
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Campanha do Agasalho 2023: Conheça 10 ONGs paulistas para fazer doações
A Campanha do Agasalho 2023 começou! Com a chegada do inverno os casacos e agasalhos se tornam peças indispensáveis dos nossos looks de cada dia, nos deixando mais elegantes e aquecidos. Em contrapartida, as noites frias da capital paulista são cruéis com moradores de rua que muitas vezes acabam morrendo de frio. Para aqueles que se mobilizam com a causa e tem algum agasalho em bom estado, separamos uma lista de 10 ONGs sediadas na capital de São Paulo que recebem doações de peças que pode salvar vidas. Campanha do agasalho A campanha de arrecadação de agasalhos, cobertores, luvas e outros itens promovida pelo governo do Estado tem sido uma…
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Real e virtual: quando é hora de dar uma pausa?
Veja como driblar o uso em excesso da tecnologia, e dar uma pausa, para voltar ao mundo real. Nada em exagero faz bem. Não seria diferente quando se trata do mundo virtual. Como tudo na vida, é necessário dar uma pausa das telas e olhar ao seu redor, para perceber o que você está perdendo aqui fora: família, amigos, e uma vida para aproveitar. Certamente é notório que a tecnologia e a internet trouxeram inúmeras revoluções para a vida de todos. Hoje, é possível resolver praticamente tudo pelo celular, como por exemplo: Portanto, as novas gerações foram privilegiadas com esses avanços tecnológicos. O mundo está cada vez mais globalizado, e…
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VSCO Girl: A influência de movimentos estéticos geracionais
Seria a volta das VSCO Girls um problema? Lembra há alguns anos atrás, quando o pior insulto que alguém poderia te fazer, ou a pior coisa que você podia ouvir, é que você era “básica”? Nos Estados Unidos, pelo menos, ser chamada de básica é o equivalente no Brasil, ser chamada de sem graça ou breguinha. Pois bem, assim que o termo “básica” entrou no léxico cultural da internet. Significava qualquer coisa, literalmente básica, como dirigir um Fiat 500, ou gostar de De Férias com o Ex, usar legging e beber café no Starbucks. As pessoas usavam o termo com tanta frequência que logo sua popularidade caiu. Mas o “basic’…
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Vesteterapia: o vestir como terapia
Claro que a compra e a combinação de roupas fazem bem a muita gente, mas há pelo menos uma pessoa, a curitibana Luciana Roccio Mallon, que oferece vesteterapia como uma forma de autoconhecimento e aperfeiçoamento pessoal. Nos anos 1970, 1980, as revistas femininas propunham testes que as leitoras respondiam e que, dependendo das respostas revelavam resultados que combinavam com o índice de credibilidade daquelas publicações. “As revistas Capricho, Toda Teen e Carícia propunham testes de estilo, aplicando, sem dizer, a vesteterapia e cujos resultados revelavam traços da personalidade das jovens”, afirma Luciana, que, entre muitas ocupações, vivenciou sua paixão por moda em todas as fases de sua vida. Quando surgiu…









