Sociedade
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Por que tantos homens se vestem igual? A armadura por trás da moda masculina
Reprodução/Instagram: @/composition Camiseta básica, cores sóbrias, escapulário, bermuda no comprimento considerado “certo”, tênis e, quando muito, uma peça de destaque (desde que não chame atenção demais). Na moda masculina brasileira, essas escolhas parecem apenas uma questão de estilo, mas na verdade, mostram códigos profundos sobre masculinidade, status e estereótipos. Afinal, quando uma roupa deixa de ser apenas uma roupa e passa a determinar o que é considerado “masculino” ou “armadura social”? Quando olhamos para o guarda-roupa dos homens no Brasil, o básico não é acidental, é um território seguro. Por exemplo, a partir de uma peça aparentemente básica e distante de grandes discussões sobre estereótipos, a bermuda ganha outro significado…
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De Mary Jane a MJ: como o Homem-Aranha mudou suas protagonistas
As diferentes adaptações do Homem-Aranha também marcaram a evolução de suas protagonistas femininas. De Mary Jane Watson à MJ de Zendaya, as namoradas de Peter Parker passaram por mudanças na estética, no figurino e na personalidade, refletindo transformações nos padrões de beleza, na moda e na representação feminina na cultura pop. O tema ganha destaque nas redes sociais, onde comparações entre essas personagens reacenderam o debate sobre como cada geração constrói seus próprios símbolos de feminilidade. Mary Jane Watson: “a garota ao lado” de Peter Parker Cada interesse amoroso de Peter Parker representa um momento diferente da forma como Hollywood enxergava as mulheres. A evolução vai de uma personagem que…
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De Zara a Shein: como a moda indica uma crise econômica mundial
Enquanto marcas de preço intermediário perdem espaço, o consumidor se divide entre o luxo cada vez mais blindado e o ultra fast fashion sem margem, e essa polarização, segundo especialistas, é sintoma de uma economia sem meio-termo
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De Caracas a São Paulo: por que a cultura venezuelana encontra espaço na moda brasileira
O tuki é uma subcultura urbana surgida em Caracas, na Venezuela, no início dos anos 2010, associada principalmente a jovens das periferias que criaram uma estética própria a partir da música eletrônica popular, da dança e de uma forte identidade visual marcada por cores vibrantes, roupas chamativas e referências do cotidiano urbano. Segundo reportagens do BBC Mundo e análises de pesquisadores da cultura juvenil venezuelana publicadas em veículos como El Nacional e estudos sobre culturas periféricas latino-americanas, o movimento tuki se consolidou como uma forma de expressão estética e social de juventudes marginalizadas, frequentemente estigmatizadas pela mídia tradicional, mas fundamentais na construção de novas linguagens culturais nas cidades. Foi justamente…










