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Brazilcore é tendência: a cultura brasileira como estética global
O Brasil voltou ao centro dos holofotes internacionais, seja no cinema, nas premiações globais ou nos eventos esportivos que mobilizam o mundo. Tal visibilidade reacendeu o interesse pelas cores vibrantes, estampas tropicais e referências culturais brasileiras, agora ressignificadas pela moda e pela globalização. A cultura brasileira deixa de ser coadjuvante e passa a ditar tendências, transformando identidade nacional em estética global. Diversidade cultural como base para a estética Caracterizada pelo uso vibrante das cores, acessórios vistosos, referências a símbolos nacionais reinterpretados de forma contemporânea e estampas tropicais, a estética Brazilcore surge na plena tentativa de materializar a cultura brasileira, que sempre ocupou um lugar singular no cenário internacional por sua…
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Pantone: Ser colorido é o novo alternativo?
À medida que o minimalismo se impõe como padrão cultural, uma nova contracultura emerge, questiona e ressignifica o alternativo enquanto identidade, expressão e pertencimento. Um movimento que traz diálogo e uma resposta direta à cor Pantone, Cloud Dancer, e sua promessa de neutralidade em 2026.
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Logotipo na moda: brega ou chique?
Da periferia às passarelas de luxo, a logomania revela como símbolos de status carregam disputas culturais, raciais e estéticas que vão muito além da roupa. Logotipos sempre dividiram opiniões no universo fashion. Para alguns, representam status, desejo e pertencimento. Para outros, são sinônimo de exagero, ostentação e falta de sofisticação. Mas reduzir a logomania a uma simples escolha estética ignora um ponto central: o logo carrega história, poder e disputa de narrativa. E, sobretudo, uma origem que não nasce nas passarelas. O logo antes da logomania O uso de logotipos na moda antecede em muito o debate contemporâneo. Ainda no século 19, a Louis Vuitton passou a estampar seus baús…
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Por que Estamos Trocando o Estilo Pessoal pela Moda de Prateleira?
Você já sentiu que, ao abrir o Instagram ou entrar em uma grande loja de departamento, parece que todos os looks já vêm com “nome e sobrenome”? Em 2026, vivemos o auge das micro-trends, e nos perguntamos, por que estamos trocando o estilo pessoal pela moda de prateleira? Em um dia é o Novo Boho com suas franjas e rendas; no outro, o minimalismo cirúrgico da Clean Girl ou a rebeldia montada da Rockstar Girlfriend. No entanto, o problema não é a estética em si, mas o fato de que elas funcionam como um cardápio de identidades prontas. O excesso dessas opções “pré-fabricadas” gera o que chamamos de esvaziamento da…











